Advogada, mãe, sobrevivente. A história de Eunice Paiva é a história de uma geração que resistiu ao que não devia ter acontecido.
Esta reportagem é resultado de quatro meses de apuração. Conversamos com mais de vinte fontes — especialistas, pessoas diretamente afetadas, e agentes institucionais. Analisamos documentos públicos, processos administrativos e dados que raramente aparecem nos noticiários.
O que encontramos
O padrão que identificamos não é novo. Mas sua escala e persistência surpreendem mesmo quem acompanha o tema há anos. Há uma combinação de fatores estruturais e conjunturais que criou as condições para o que estamos descrevendo.
Optamos por não antecipar as conclusões no início do texto. A história precisa ser contada na ordem em que foi apurada — porque a ordem importa para entender como chegamos até aqui.
"Quando você começa a puxar um fio, não sabe onde ele vai terminar." — fonte que pediu anonimato
A documentação
Toda a documentação que embasa esta reportagem está disponível para consulta. Entramos em contato com todas as partes mencionadas e incluímos suas respostas integralmente quando fornecidas.
O que vem a seguir
Esta é a primeira parte de uma série. Nas próximas semanas, publicaremos análises mais detalhadas de aspectos específicos do que descrevemos aqui. Assine nossa newsletter para receber as atualizações.
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